
Não me espantou, contudo, a noticia da sua morte porque era algo que esperava há longo tempo depois de tanta operação de embranquecimento (a ideia de uma doença de pele nunca me convenceu, tal como não o fez a sua inocência com as crianças...) e complicações inerentes à mesma. Tal como Amy Winehouse, este era um caso sem saída, ou melhor, esta era a única saida.
Jackson nunca foi uma personagem fácil de entender, a sua complexidade dava-lhe um ar de mistério que acabou por cativar diversas pessoas. Sou da opinião que a intenção de ficar branco, acolher crianças no rancho "Neverland" e os casamentos com a filha de Elvis e a enfermeira resultaram de traumas de infância e uma intensa falta de amor parental.
Aqui fica o meu simples adeus (foi-me bem mais dificil despedir de Freddie Mercury), pode ser que agora tenha a felicidade que sempre procurou em Vida.

A outra grande perda deste dia foi a morte, aos 62 anos, de Farah Fawcett vítima de um cancro no colón. Para quem não reconhece o seu nome à primeira, tratava-se de um dos anjos de Charlie da série homónima dos anos 60 e um autêntico colírio para os olhos nessa época (depois experimentou as plásticas e o resultado salta à vista em cima).
Uma Mulher de garra que lutou até ao fim por uma doença que, infelizmente, ainda afasta muita gente e se encontra longe da cura, um adeus sentido para esta actriz.
Carpe Diem.
Etiquetas: Homenagem
Estava a ver que ninguém se lembrava da Farah... Irra, eu ainda por cima só soube de qualquer uma das notícias passadas mais de 24 horas depois... mas também comigo já sabes como eu penso: com tantos milhões a morrer diariamente e ninguém dá por eles... enfim...