Barbaridades

Peço a vossa ajuda, alguém me explica qual o fascínio da senhora da foto? É a candidata a vice-presidente de John McCain, Sarah Palin, que tem gerado um furor desmedido nos EUA, na facção republicana.
Ontem, no debate entre os vice-presidentes, esta senhora teve a coragem (?!) de dizer que os EUA estavam quase a ganhar a guerra do Iraque e por isso, a proposta dos democratas é um erro. Será que ela lê jornais ou vê noticias internacionais? Vive em que Mundo? Só uma pessoa fechada nos EUA, sem contacto com informação real é que pode fazer uma afirmação destas.
Cá pra mim a melhor solução é enviar a dita senhora para o Iraque e deixá-la lá ficar, é pior que George W. Bush no que respeita ao pensamento político já que, em termos de inteligência, não será dificil destronar o "mestre".
Carpe Diem.

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Se eu fosse americano...

... votava neste senhor para Presidente dos EUA, se um palhaço (leia-se George W. Bush) ganhou as eleições porque não um dos melhores cómicos americanos (leia-se Stephen Colbert) no poder? Adorava que ele ganhasse só pelo prazer de ver um dos melhores críticos da sociedade americana e da actual Administração poder dar uma vitória de luva branca a Hillary Clinton e a Omaba.
Carpe Diem.

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Estará o homem louco?
Quem me conhece sabe que destesto este senhor que aparece aqui na foto da direita e, apesar de adorar ler, não suporto os seus escritos... no entanto, desta vez é que ele enloqueceu através de uma entrevista ao DN, reproduzo aqui um excerto:
"...
DN: Qual é o futuro de Portugal nesta península?
JS: Não vale a pena armar -me em profeta, mas acho que acabaremos por integrar-nos.
DN: Política, económica ou culturalmente?
JS: Culturalmente, não, a Catalunha tem a sua própria cultura, que é ao mesmo tempo comum ao resto da Espanha, tal como a dos bascos e a galega, nós não nos converteríamos em espanhóis. Quando olhamos para a Península Ibérica o que é que vemos? Observamos um conjunto, que não está partida em bocados e que é um todo que está composto de nacionalidades, e em alguns casos de línguas diferentes, mas que tem vivido mais ou menos em paz.
DN: Integrados o que é que aconteceria?
JS: Não deixaríamos de falar português, não deixaríamos de escrever na nossa língua e certamente com dez milhões de habitantes teríamos tudo a ganhar em desenvolvimento nesse tipo de aproximação e de integração territorial, administrativa e estrutural. Quanto à queixa que tantas vezes ouço sobre a economia espanhola estar a ocupar Portugal, não me lembro de alguma vez termos reclamado de outras economias como as dos Estados Unidos ou da Inglaterra, que também ocuparam o país. Ninguém se queixou, mas como desta vez é o castelhano que vencemos em Aljubarrota que vem por aí com empresas em vez de armas...
DN: Seria, então, mais uma província de Espanha?
JS: Seria isso. Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galiza, Castilla la Mancha e tínhamos Portugal. Provavelmente [Espanha] teria de mudar de nome e passar a chamar-se Ibéria. Se Espanha ofende os nossos brios, era uma questão a negociar. O Ceilão não se chama agora Sri Lanka, muitos países da Ásia mudaram de nome e a União Soviética não passou a Federação Russa?
DN: Mas algumas das províncias espanholas também querem ser independentes!
JS: A única independência real que se pede é a do País Basco e mesmo assim ninguém acredita.
DN: E os portugueses aceitariam a integração?
JS: Acho que sim, desde que isso fosse explicado, não é uma cedência nem acabar com um país, continuaria de outra maneira. Repito que não se deixaria de falar, de pensar e sentir em português. Seríamos aqui aquilo que os catalães querem ser e estão a ser na Catalunha.
DN: E como é que seria esse governo da Ibéria?
JS: Não iríamos ser governados por espanhóis, haveria representantes dos partidos de ambos os países, que teriam representação num parlamento único com todas as forças políticas da Ibéria, e tal como em Espanha, onde cada autonomia tem o seu parlamento próprio, nós também o teríamos.Há duas Espanhas.
..."
Digam lá se não é loucura? Depois de Soares a elogiar Hugo Chavéz só posso chegar à conclusão de que a senilidade atacou as nossas figuras seculares...
Carpe Diem.

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